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Notícias 

14, Abril 2014

Paulo Portas na assinatura do protocolo de cooperação internacional “Casas para o Mundo”

Paulo Portas na assinatura do protocolo de cooperação internacional “Casas para o Mundo”
«O Grupo Lena é o espelho vivo do trajeto exportador de Portugal, com um comportamento absolutamente extraordinário», referiu Paulo Portas durante a assinatura do protocolo de cooperação internacional “Casas para o Mundo”, na passada sexta-feira à noite, na Porto Business School. O jantar, que contou também com representantes diplomáticos dos países onde o Grupo opera, encerrou a XV Convenção Grupo Lena, sob o tema “Nova Dimensão”, e assinalou ainda os 40 anos da Lena Construções, “empresa-mãe” do Grupo Lena.

«Quarenta anos com uma sólida caminhada, um grupo que começou por ser regional e que hoje é internacional, que começou por ter uma dimensão mais pequena e hoje dá emprego, direto e indireto, a 5.000 pessoas», referiu o vice-primeiro-ministro português. «O Grupo Lena é hoje um grupo altamente focado nos mercados externos, não apenas a fazer negócio lá fora mas a participar no desenvolvimento dos outros países, e a conseguir avançar na internacionalização», concluiu Paulo Portas.
O protocolo de cooperação internacional “Casas para o Mundo” foi assinado por 17 empresas portuguesas de engenharia e construção, no âmbito de um objetivo de internacionalização que aponta para a construção de 200 mil fogos habitacionais em pelo menos seis países, até 2020, o que representa um volume de negócios superior a 10 mil milhões de euros. O projeto visa a construção de grandes áreas residenciais em sistema “chave-na-mão” e inclui também a possibilidade de transferência de tecnologia e formação de trabalhadores locais. Permitirá ainda ao Grupo Lena e às empresas parceiras a entrada em novos mercados de África e América do Sul.
Blocotelha, Electrofer, Portrisa, Socilva, SGCOIN, T.P.B. - Tecnologia em Pavimentos e Construção, J. Justino das Neves, Grupo Transfor, Vigobloco, Profial, Datamóvel, Recer, Metalocar, Nuno Roque Construções, CIP Construção, Têelgê – Transformação de Metais e Alexandrino Matias & Ca são as empresas subscritoras do protocolo, as quais representam, em conjunto, um volume de negócios superior a 150 milhões de euros e empregam cerca de 1.000 trabalhadores.
A rede de cooperação e desenvolvimento internacional “Casas para o Mundo” vai contribuir para o aumento das exportações portuguesas e para a internacionalização de dezenas de empresas. Trata-se de um projeto que nasce com a experiência internacional do Grupo Lena, que está já a permitir a construção de 12.500 apartamentos na Venezuela, bem como o acordo para a edificação de mais 37.500 fogos no mesmo país, mobilizando mais de 70 empresas portuguesas.  
Joaquim Paulo Conceição, presidente da comissão executiva do Grupo Lena, salienta que esta é «uma oportunidade de excelência para a cooperação empresarial e um momento único de afirmação da engenharia portuguesa», através de «soluções inovadoras que fazem a diferença em mercados muito concorrenciais».
O projeto de cooperação internacional “Casas para o Mundo” «permitirá aumentar substancialmente a presença do Grupo Lena e dos seus parceiros em mercados externos, num processo de internacionalização consistente», sublinha o gestor.

20, Março 2014

Lena Construções termina requalificação da marginal entre o Chegado e a Ribeira Nova

Lena Construções termina requalificação da marginal entre o Chegado e a Ribeira Nova
Lena Engenharia e Construções, S.A. foi a empresa responsável pela empreitada de requalificação da marginal entre o Chegado e a Ribeira Nova para a Polis Litoral Ria de Aveiro. A obra foi inaugurada no passado dia 15 de março e da comitiva fez parte o Secretário de Estado do Ambiente, Dr. Paulo Lemos, entre outras individualidades.

 A obra teve como área de intervenção a zona compreendida entre o Cais da Ribeira Nova, em Estarreja, e o Cais do Chegado, na Murtosa, numa extensão de cerca de 2,7 quilómetros, a que correspondeu um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros.

As obras de remediação ambiental de margens degradadas na Ria de Aveiro visaram não só o alargamento dos terrenos de cultivo, mas também a construção de ciclovias, inseridas na rede da zona.
No troço Cambeia - Chegado, as motas existentes de proteção contra o avanço das águas salgadas deram lugar a grandes contenções em blocos de granito cinzento, com dimensões entre 50 centímetros e 150 centímetros, numa extensão de 1.800 metros.

No troço Cambeia - Ribeira Nova, numa extensão idêntica, a consolidação das margens, foi efetuada com lodos provenientes do leito da ria, colocados em trapézio após secagem. A requalificação das margens visou a circulação de bicicletas e peões.

De referir ainda que o Cais da Cambeia, com dois braços para atracar embarcações, foi totalmente requalificado. O espaço entre os braços foi transformado num espaço nobre de lazer, com parque de merendas, espaços relvados e mobiliário urbano diverso.

Foi uma obra com algum grau de dificuldade acrescido pela proximidade com a ria, afetada com a variação das marés, e também pelas características lodosas dos terrenos envolventes. Apesar disso, tanto a Polis Litoral Ria de Aveiro, como o projetista da Obra reconheceram a qualidade dos trabalhos e profissionalismo da equipa.

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