Notícias | Grupo Lena

Saltar para conteúdo
Logótipo: Grupo Lena
GL - frases1GL - frases2GL - frases3GL - frases4GL - frases5GL - frases6GL - frases7GL - frases8GL - frases9GL - frases10GL - frases11GL - frases13GL - frases14GL - frases15GL - frases16GL - frases17

Notícias 

19, Abril 2011

Lena Automóveis apresenta resultados recorde em 2010

Lena Automóveis apresenta resultados recorde em 2010
A Lena Automóveis, sub-holding do Grupo Lena, apresentou em 2010 os melhores resultados de sempre desde que foi criada em 1998.

A Lena Automóveis é, actualmente, composta por um conjunto de sete empresas (LPM, Servilena, Filipe Santos Silva, Lizdrive, Lenaparts, Rentlei e TEC) que operam desde a venda de viaturas novas e usadas, manutenção e venda de peças, com representação de marcas tais como Peugeot, Opel, Ford, Volvo, Kia e Isuzu; aluguer de viaturas de curta ou longa duração; e manutenção multimarca. Com estes negócios, actua em toda a zona centro do país, nomeadamente distritos de Leiria e de Santarém, mas também se posiciona em Angola.

O conjunto destas empresas que formam esta sub-holding do Grupo Lena cresceu, em 2010, 37% no volume de negócios face ao período homólogo, ficando próximo dos 60 milhões de euros. O EBITDA consolidado atingiu os 8,06 milhões de euros e o resultado líquido consolidado os 1,6 milhões de euros.

Só na venda de viaturas novas, a Lena Automóveis cresceu 81% face a 2009, com venda de 2.310 viaturas. Trata-se de uma excelente performance quando comparada com o mercado que cresceu cerca de 35%. Todas as concessões Lena Automóveis conquistaram, assim, quota de mercado com níveis de crescimento muito acima das marcas representadas: a LPM cresceu 76%, a Peugeot 45%; a Filipe Santos Silva cresceu 66%, a Kia 38% e a Peugeot 45%; a Lizdrive cresceu 85%, a Ford apenas 18%; a Servilena cresceu 109% na Opel, a marca 54%, e 74% na IZUZU, a marca apenas 15%.

As concessões Lena Automóveis cresceram também 20% na venda de viaturas usadas (venda de 1.000 viaturas) e comercializaram cerca de 6.3 milhões de euros em peças, com o contributo da Distribuidora de Peças “Lenaparts”. Com a gestora de frotas “Rentlei”, a Lena Automóveis colocou 276 viaturas, crescendo 20%, e fechou o ano com uma frota de 1.150 viaturas.

A sub-holding, com o fecho das contas de 2010, conseguiu ainda uma rentabilidade dos capitais próprios de quase 20%, o que indicia uma rentabilidade para os accionistas acima de qualquer taxa de mercado; e um rácio de dívida líquida / EBITDA de 3, revelador da sua independência financeira, e resultante da prioridade estratégica em investir com prudência.

Com tudo isto, foi o melhor ano de sempre do sector automóvel do Grupo Lena.

A Administração da sub-holding não deixa, assim, de expressar a sua satisfação pelos resultados obtidos. Muito para além da tendência positiva do mercado verificada em 2010, considera que estes são fruto de uma equipa de gestão que permanece praticamente inalterada desde o início de actividade, mas também do intenso trabalho de toda uma equipa que compõe as empresas da Lena Automóveis e que se tem orientado pelos princípios de cooperação, dedicação e focalização em resultados.

Em 2011, a Lena Automóveis deverá consolidar a sua actividade, com um crescimento previsto do volume de negócios de cerca de 3%, onde o principal enfoque deverá ser o pós-venda. Este ano será ainda marcado pela abertura de novas instalações nas Caldas da Rainha, previsto para Maio, com as concessões Peugeot, Kia e Ford (FIlipe Santos Silva e Lizdrive).

31, Março 2011

Arquijardim aposta em Energias Alternativas

Arquijardim aposta em Energias Alternativas
Uma das preocupações constantes nos dias de hoje está relacionada com questões ambientais. A Arquijardim, sensibilizada para estas questões, decidiu apostar em energias alternativas no seu processo produtivo.

O objectivo desta aposta será diminuir o impacto ambiental e regular o uso de matérias-primas que não sejam renováveis.

Por este motivo, a Arquijardim irá  apostar em energias alternativas nos serviços de manutenção das Auto-estradas, em plena via, nomeadamente nas setas luminosas presentes nas traseiras das carrinhas para indicação de desvio de circulação.

Os actuais dispositivos dispõem de lâmpadas de halogéneo, alimentadas por baterias com recarga através da ligação de isqueiro. Os trabalhos em plena via representam cerca de 90% do serviço de manutenção nas auto-estradas, sendo que é necessário recorrer constantemente à recarga das baterias das respectivas setas.

A aposta irá assentar inicialmente na substituição das lâmpadas de halogéneo por LED’s e alimentação das baterias através do recurso a painéis solares para produção de electricidade, permitindo assim contribuir para o ambiente, reduzir os consumos de combustíveis e reduzir as emissões de dióxido de carbono para o ambiente.
 

newsletter